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» Primeiro dia útil das novas interdições na Avenida Brasil terá reforço na operação de trânsito

RIO - A ampliação das obras do corredor Transbrasil deve complicar ainda mais o trânsito na já engarrafada Avenida Brasil. Nesta terça-feira, primeiro dia útil da extensão do trecho bloqueado, podem sofrer com congestionamentos motoristas vindos das rodovias Washington Luis e Presidente Dutra. Para evitar maiores impactos, a prefeitura anunciou que o esquema de trânsito será reforçado. Desde domingo, a interdição da pista central da via (as quatro faixas), no sentido Zona Oeste, passou de 1,5 quilômetro (em 15 de abril) para quatro quilômetros. O novo trecho fica entre as passarelas 14 e 17, de Ramos até a Penha (próximo a Cordovil). Antes, estava fechada entre as passarelas 12 e 14, na altura de Ramos.

- A Avenida Brasil é a principal via estrutural do Rio. Com esses quatro quilômetros de interdições, vamos ter que monitorar um trecho maior de obras e, se houver um acidente ou carro quebrado, os reflexos serão maiores - afirma Joaquim Dinis, diretor de Operações da Companhia de Engenharia de Trânsito (CET-Rio).

A orientação do órgão é que a população opte pelo transporte público, em especial pelo trem e o metrô durante o período das obras, estimado em 16 meses.

- Se a pessoa tiver que usar o carro, que evite os horários críticos, que são das 6h às 10h, no sentido Centro, e das 17h às 20h, no sentido Zona Oeste. Se pessoa tiver que vir de carro no horário do rush, que utilize então vias como a Avenida Martin Luther King e ruas internas dos bairros, como a Leopoldina Rego e a Avenida Leopoldo Bulhões.

De acordo com a SuperVia, desde 15 de abril, quando a interdição começou na Avenida Brasil, uma viagem extra passou a ser realizada todos os dias no ramal Saracuruna. Até o momento, no entanto, a concessionária afirma que "não registrou aumento considerável de passageiros por conta das obras". A empresa afirma que segue monitorando a demanda.

OPERAÇÃO DE TRÂNSITO TERÁ REFORÇO

Info - Transbrasil novas interdiçõesPara minimizar os impactos, nesse trecho da obra, a pista central da Avenida Brasil, no sentido Centro, continuará operando em mão dupla, ou seja, duas faixas em cada sentido. E caminhões e carretas não poderão utilizá-la. As pistas laterais continuarão com funcionamento normal nos dois sentidos. No pico da manhã, está previsto congestionamento na Avenida Brasil a partir de Irajá, afetando o acesso à via para quem vem da Dutra. Já os reflexos na Washington Luis devem ser verificados na altura de Duque de Caxias, de acordo com a prefeitura.

Para Dinis, a Linha Vermelha só será uma boa opção fora dos horário de pico, porque já estava muito impactada desde o começo das obras da Transbrasil.

- Como a Washington Luis será afetada pelas obras, os motoristas vão fugir logo da Avenida Brasil para a Linha Vermelha. Por isso, ela já terá o aumento de um reboque para essa nova fase. Com maior circulação de veículos, poderemos ter mais carros quebrados - avaliou Dinis.

Devido ao aumento da área bloqueada, a operação de trânsito será reforçada. No novo trecho de bloqueio será implementada sinalização específica para orientar e alertar aos motoristas. De acordo com a prefeitura, serão oito painéis de mensagens variáveis, além de 52 câmeras de monitoramento e seis reboques, já utilizados na operação da Avenida Brasil e das rotas alternativas. Na operação de tráfego, atuarão 65 operadores, distribuídos ao longo do dia. Eles estarão no local com a finalidade de atuar na fluidez e na orientação do trânsito, não só nos trechos das obras como também em todo o entorno. A Linha Vermelha terá aumento de um reboque para essa nova fase.

Duas agulhas da Avenida Brasil foram bloqueadas, uma da pista lateral para central, e outra da central para lateral, no sentido Deodoro. Em contrapartida, serão abertas duas novas agulhas entre as passarelas 16 e 17, uma em cada sentido. Em direção à Zona Oeste, a agulha será aberta da pista lateral para a central logo após o trecho interditado. Já a agulha sentido Centro ligará a pista central a lateral antes do estreitamento devido à inversão de sentido das duas faixas.

02/05/2017
 
 
» Ex-diretor da Petrobras, Renato Duque confirmará pedido de propina para o PT

2015_800726738-2015_800551973-2015031979754.jpg_20150319.jpg_20150320.jpgSÃO PAULO - Indicado pelo PT ao cargo, o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque decidiu quebrar o silêncio e confirmar, na próxima sexta-feira, em depoimento ao juiz da 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba, Sergio Moro, ter participado da negociação de percentual entre 0,9% e 1% de propina ao partido nos contratos da Sete Brasil com o Estaleiro Enseada do Paraguaçu, do qual fazia parte a Odebrecht.

A Sete Brasil é uma empresa constituída pela Petrobras, fundos de pensão e bancos privados para cuidar dos contratos do pré-sal.

lava-jato

Preso desde março de 2015 e condenado em quatro ações a penas que somam 57 anos e sete meses de prisão, Duque manteve-se calado em depoimentos à Justiça e optou por mudar de estratégia depois de fracassadas tentativas de celebrar um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF). O responsável por sua defesa é o advogado Antonio Figueiredo Basto, o mesmo que cuidou da delação do doleiro Alberto Youssef.

?Se em tal depoimento ele colaborará ou não com a elucidação dos fatos, é algo que só pode ser analisado a posteriori, bem como eventuais benefícios decorrentes de uma eventual colaboração sem acordo prévio. Em nenhuma hipótese, isso significa que o julgador está celebrando um acordo de colaboração. De qualquer modo, inviável obstar o requerimento do acusado que pretende novamente ser interrogado, sob pena de violação da ampla defesa?, escreveu Moro ao deferir pedido de Figueiredo Basto para que Duque fosse ouvido novamente em juízo.

De acordo com o MPF, seis contratos de afretamento de sondas negociadas pela Sete Brasil com o Enseada do Paraguaçu somaram R$ 28 bilhões. Eles teriam sido obtidos por influência de Antonio Palocci, também denunciado no processo, que nega a acusação.

O pagamento de propina entre 0,9% e 1% dos contratos para o PT foi revelado pelo ex-gerente da companhia Pedro Barusco, que mencionou o ex-tesoureiro do PT João Vaccari como o responsável por recolher valores para o partido. Segundo Barusco, um terço deveria ser divido entre funcionários da estatal e dois terços entregues a Vaccari.

Em depoimento à Lava-Jato, três delatores da Odebrecht atribuíram a Palocci a definição do percentual de 1% de propina nos contratos da Sete Brasil. Segundo eles, no entanto, os valores não teriam sido pagos como solicitado ? a empreiteira preferia manter uma ?conta corrente? com valores à disposição do partido, em vez de negociar cada contrato.

Em vídeo, Rogério Araújo, ex-funcionário da empreiteira, disse ter ouvido de Barusco que o ex-presidente Lula teria participado da decisão sobre a divisão de percentual de propina, o que também pode ser objeto do depoimento de Duque. A defesa de Lula ?nega veementemente" envolvimento dele no esquema.

02/05/2017
 
 
» Criminosos explodem caixas eletrônicos em Duque de Caxias, na Baixada

WhatsApp Image 2017-05-02 at 06.53.33.jpegRIO ? Criminosos Explodiram dois caixas eletrônicos de um estabelecimento comercial de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, na madrugada desta terça-feira. A ação aconteceu na altura do número 1.390 da Avenida Nilo Peçanha. A ação ocorreu por volta das 4h30m.

De acordo com a Polícia Militar, os bandidos não conseguiram roubar o dinheiro, já que os PMs cegaram ao local a tempo de evitar que o bando levasse qualquer montante, segundo informou o telejornal Bom Dia Rio, da Rede Globo. Os caixas eletrônicos ficaram bastante danificados, com partes do dispositivos espalhados pela calçada, em frente ao estabelecimento onde ocorreu o crime.

02/05/2017
 
 
» Policiais militares e criminosos trocam tiros na Avenida Brasil

RIO ? Policiais militares e criminosos trocaram tiros na Avenida Brasil, no início da madrugada desta terça-feira. Os integrantes do bando protagonizaram dois confrontos na via expressa. O primeiro fogo cruzado ocorreu na altura de Parada de Lucas, na Zona Norte, quando os bandidos, armados, desobedeceram a ordem de parada de uma patrulha da corporação. Um militar foi ferido por estilhaços no tiroteio. O automóvel da PM também foi atingido por disparos.

Os bandidos conseguiram fugir, mas foram encontrados, posteriormente, por outra equipe da PM. Na ocasião, houve um segundo tiroteio. Durante as ações na via expressa, um suspeito foi morreu, dois foram presos e um quarto conseguiu fugir. Foram encontrados com o bando um fuzil e uma pistola.

02/05/2017
 
 
» Suspeito por homicídios durante rebelião em presídio de Natal é preso no Rio

WhatsApp Image 2017-05-02 at 02.25.23 (1).jpegRIO ? A Polícia Militar do Rio prendeu, na tarde desta segunda-feira, um homem apontado como um dos principais suspeitos pelos homicídios ocorridos durante a rebelião na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, localizada na Região Metropolitana de Natal, no Rio Grande do norte. Identificado como Wildson Alves da Silveira, ele foi capturado durante um patrulhamento do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) na Linha Vermelha, altura de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O suspeito estava foragido desde março do presídio Raimundo Nonato, também localizada no Rio Grande do Norte.

De acordo com a Polícia Militar, Wildson, apontado como um dos chefes de uma facção criminosa naquele estado, estava na região do Jacaré, na Zona Norte do Rio, desde a sua fuga. Nesta segunda-feira, ele, que não estava armado, seguia para o município de Duque de Caxias, no momento em que foi abordado por uma patrulha da PM.O trajeto era realizado por um veículo contatado pelo aplicativo Uber, informou a Polícia Militar. A ação ocorreu por volta das 16h30m.

? O veículo estava num local de alta periculosidade e de alto índice de delitos praticados. Devido à película protetora muito escura, a gente não conseguiu identificar o que estava no interior do carro. Então fizemos a abordagem e encontramos esse homem, que estava sem o documento de identificação. (Em seguida) quando começamos a fazer uma série de perguntas, ele começou a se embolar e, no fim, acabou dizendo o nome dele ? afirmou o tenente do BPVE Thiago Jauhar.

Ainda segundo o BPVE, antes de ser capturado no Rio, o suspeito estava preso na penitenciária de Alcaçuz, mas, após as rebeliões que ocorreram na unidade em janeiro deste ano, ele foi transferido para o presídio Raimundo Nonato, de onde escapou em março.

Para a polícia, Wildson estaria se estabelecendo na comunidade do Jacaré, onde teria recebido "guarita" do tráfico local, já que a facção criminosa a qual pertence o suspeito e a outra qua atua na região do Jacaré possuem em comum rivalidade contra a facção Primeiro Comando da Capital (PCC) .

? Ele (Wildson) estava voltando à atividade criminosa aqui no Rio de Janeiro, mas não havia perdido o contato com o crime que continuava gerindo em Natal. Por estar muito exposto (naquela região), Wildson procurou um local onde passasse mais despercebido. ? explicou o tenente Jauhar.

Após a captura, o homem foi levado para a 59 DPª (Duque de Caxias), onde o caso foi registrado. Ele deve ser encaminhado, nesta terça-feira, para o Complexo Penitenciário de Bangu, na Zona Oeste do Rio. O suspeito responde por crimes como homicídio, tráfico e associação criminosa.

No dia 14 de janeiro deste ano, 26 presos foram mortos durante uma briga entre facções criminosas no presídio de Alcaçuz. Posteriormente, para o controle da unidade, foi instalada no dia 25 de janeiro uma Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária, composta por agentes do Departamento Penitenciário Nacional, do Rio de Janeiro, de São Paulo, além do Distrito Federal.

02/05/2017
 
 
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